Observando como o CPI influencia as narrativas de lucros do 3º trimestre, especialmente para o setor discricionário
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Mais alguém sente que esta próxima divulgação do CPI, além da sua reação imediata no mercado, vai moldar fortemente como analistas e equipes de gestão apresentarão suas teleconferências de resultados do 3º trimestre? Vimos algumas leituras iniciais para certos setores, mas estou particularmente interessado no espaço de consumo discricionário. Se a inflação mostrar alguma teimosia, mesmo que esteja moderando, o quanto isso será incorporado nas projeções futuras, especialmente para empresas que dependem de um consumidor saudável?
Minha watchlist está fortemente ponderada para alguns nomes no varejo e tecnologia que têm sido voláteis com notícias macro. Estou menos preocupado com o salto ou queda inicial no dia da divulgação do CPI em si, e mais com a linguagem usada nas teleconferências de resultados subsequentes. Eles ainda estão falando sobre poder de precificação, ou estamos ouvindo mais sobre corte de custos e gestão de estoque? Parece que o mercado tem tentado precificar um 'pouso suave' há algum tempo, mas um CPI persistente poderia definitivamente atrapalhar essa narrativa, forçando uma reavaliação das perspectivas de crescimento para o segundo semestre e até 2024. Curioso para saber como os outros estão pensando sobre essa configuração.