KYB/AML para pagamentos B2B transfronteiriços – navegando no labirinto
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É sempre um desafio tentar integrar um novo cliente corporativo baseado numa jurisdição que vê a 'documentação' mais como uma sugestão do que como uma exigência. Estamos a ver um aumento nos pagamentos B2B transfronteiriços, o que é ótimo para os negócios, mas os requisitos variáveis de AML/KYB estão a tornar-se uma verdadeira dor de cabeça. Cada novo mercado parece ter a sua própria versão de 'prova de existência' e 'origem dos fundos' que nos faz questionar se estão intencionalmente a tentar inventar novas formas de tortura burocrática.
Alguém está a encontrar uma forma robusta de padronizar ou pelo menos otimizar o processo KYB ao lidar com uma infinidade de entidades internacionais, particularmente aquelas em regiões menos 'transparentes'? Parece que estamos constantemente a reinventar a roda a cada nova integração, e a equipa de compliance está a começar a parecer um pouco exausta.