Automação KYC vs. Ameaças AML em Evolução em Pagamentos Transfronteiriços
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Tenho pensado muito sobre o impulso para uma maior automação nos processos KYC, especialmente com o volume que muitas fintechs estão a gerir em pagamentos transfronteiriços. Por um lado, a automação promete eficiência e redução de erros manuais, o que é crucial. Mas, por outro lado, o cenário AML parece estar em constante evolução, com novas tipologias e métodos sofisticados a surgir a toda a hora. Estaremos a ver um potencial fosso a alargar-se onde os sistemas automatizados, construídos com base em dados e regras históricas, podem ter dificuldade em adaptar-se rapidamente o suficiente a novos sinais de alerta, particularmente ao lidar com diversas nuances jurisdicionais?