O Desafio da Identidade Digital para Clientes Individuais e Corporativos na Era Transfronteiriça
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Ultimamente, tenho ouvido falar com bastante frequência sobre a repressão à lavagem de dinheiro transfronteiriça, especialmente em casos envolvendo plataformas digitais ou negócios que utilizam estruturas corporativas complexas em várias jurisdições. O interessante é que, muitas vezes, a verdadeira raiz do problema reside nos processos de KYC/KYB que podem não ser rigorosos o suficiente, ou em sistemas de verificação que ainda não conseguem detectar anomalias complexas em tempo hábil.
Gostaria de perguntar a opinião dos amigos no fórum: na sua perspetiva, qual é a tendência ou a melhor prática para a verificação de identidade de clientes (KYC) e verificação de identidade de negócios (KYB) para empresas que operam transfronteiriçamente nesta era? Especialmente quando enfrentamos restrições regulatórias diferentes em cada país, bem como as expectativas dos clientes por conveniência e rapidez. Alguém usa alguma solução que ajude a reduzir esses riscos? Ou há alguma questão que deva ser especialmente observada em relação às "red flags" de AML que frequentemente surgem neste contexto?