Automação KYC para Pagamentos Transfronteiriços - Limites e Realidades
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Tenho pensado muito sobre o impulso para uma maior automação em KYC/KYB para fintechs, especialmente aquelas que operam em múltiplas jurisdições. No papel, parece o santo graal – onboarding mais rápido, erros manuais reduzidos, operações escaláveis. Mas o que as pessoas estão encontrando na prática quando se trata de automatizar verdadeiramente os elementos mais complexos, particularmente em torno da due diligence aprimorada (EDD) para perfis de alto risco ou em jurisdições com dados menos padronizados? Estamos batendo em uma parede onde uma certa porcentagem sempre exigirá revisão humana, ou estamos vendo avanços reais em IA/ML para reconhecimento de padrões que realmente minimizam os pontos de contato humanos sem aumentar o risco regulatório? Parece que os fornecedores prometem muito, mas a realidade para os operadores pode ser mais matizada.