KYB para DAOs – Mais alguém está a ter arrepios?
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Tenho andado a ponderar sobre todo o cenário de KYB, especialmente com a explosão das organizações autónomas descentralizadas. Por um lado, o ethos é a descentralização, o anonimato, tudo isso de bom. Por outro, se uma DAO quiser interagir com o sistema financeiro tradicional – mesmo que seja apenas para pagar algum trabalho de desenvolvimento ou adquirir ativos – vai embater de frente numa parede de verificação corporativa. Como é que se começa sequer a fazer a devida diligência numa entidade onde os 'membros' podem ser pseudónimos, geograficamente dispersos, e cuja 'estrutura' é código?
Parece que ainda estamos a tentar encaixar uma peça quadrada num buraco redondo. Os reguladores, que Deus os abençoe, vão acabar por acordar para o facto de que as 'pessoas de controlo' nem sempre serão humanos identificáveis com passaportes. Alguém por aí já está a lidar com isto, ou a maioria está apenas a adiar por enquanto? Parece uma bomba-relógio para qualquer fintech que se atreva a envolver-se com estas novas formas organizacionais.