Desafios da automação KYC para entidades não-padrão
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Curioso para saber como as empresas estão lidando com o KYC para entidades não-padrão – como DAOs, trusts complexos ou até mesmo family offices com estruturas aninhadas. As verificações automatizadas usuais parecem ter dificuldades, empurrando muito para a revisão manual. Que melhorias tecnológicas ou de processo as pessoas estão vendo para otimizar isso sem comprometer o escrutínio AML? Especificamente, como vocês estão validando a propriedade beneficiária nessas configurações menos convencionais? O custo/tempo adicional é significativo.