Minha lição cara em perseguir volume: a armadilha das biotechs de pequena capitalização
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Pensei em finalmente me apresentar com um erro que me marcou. Lá em 2018, me envolvi em uma jogada com uma biotech de pequena capitalização. O fluxo de notícias era incrível, as redes sociais estavam em polvorosa, e o volume estava fora do comum para uma ação que geralmente negociava alguns milhares de ações por dia. Meu erro não foi apenas FOMO, mas especificamente perseguir aquele volume pensando que sinalizava um interesse institucional genuíno em vez de um pump. Entrei com uma posição muito grande, ignorando os fundamentos subjacentes e o fato de que a maior parte da compra era impulsionada por varejistas. O rug pull, quando veio, foi rápido e brutal, eliminando uma parte significativa dos ganhos daquele mês. Isso consolidou uma regra para mim: se eu não consigo explicar o porquê por trás do volume além de 'todo mundo está comprando', eu fico de fora, especialmente em nomes menos líquidos.