KYB para plataformas fintech não-cripto – qual é o padrão ouro?
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Estamos a ver uma procura crescente por soluções de tesouraria integradas para pequenas e médias empresas na nossa plataforma, especificamente aquelas que operam em múltiplas jurisdições não-cripto. O nosso processo KYB atual é robusto, mas depende muito das estruturas corporativas tradicionais. Estou curioso para saber como outros nesta sala estão a lidar com o KYB para empresas com estruturas de propriedade mais complexas ou não convencionais, especialmente quando estão a realizar transações fiduciárias transfronteiriças. O que está a funcionar bem para mitigar riscos de fraude e AML sem criar atrito excessivo no onboarding?