Impacto das regras divergentes de KYC/AML no trading transfronteiriço de ações europeias
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Tenho pensado muito ultimamente sobre as implicações práticas do cenário regulatório fragmentado na UE e no Reino Unido, especialmente no que diz respeito aos requisitos de KYC e AML para instituições que negociam ações europeias. Não são apenas as regulamentações centrais, mas a orientação interpretativa que parece variar significativamente de uma jurisdição para outra.
Como os outros estão navegando nessa complexidade? Especificamente, quais são os principais desafios que vocês estão encontrando ao integrar novos clientes institucionais ou expandir as operações de trading em diferentes estados membros europeus, dada a falta de harmonização total nessas áreas? Certos mercados estão se mostrando mais difíceis do que outros do ponto de vista de conformidade, ou estão surgindo melhores práticas para otimizar o processo sem aumentar a exposição ao risco?