Impacto da divergência das regulamentações AML/CFT no comércio transfronteiriço UE-Reino Unido pós-Brexit
Traduzido automaticamente do original · Ler o original (English)
Tenho pensado muito ultimamente sobre a crescente divergência nos regimes AML/CFT entre a UE e o Reino Unido, especialmente no que diz respeito às instituições financeiras que operam em ambos. Não são apenas os grandes bancos, mas também as fintechs menores, lidando com pagamentos e investimentos transfronteiriços. Por um lado, a UE está avançando com sua própria autoridade AML e uma supervisão potencialmente mais centralizada. Por outro lado, o Reino Unido está refinando sua abordagem, muitas vezes com diferentes prioridades e interpretações de risco.
Isso não é um exercício teórico; impacta diretamente os custos operacionais, a carga de trabalho das equipes de compliance e, em última análise, a facilidade de fazer negócios. As empresas estão essencialmente executando duas máquinas de compliance paralelas, cada uma com requisitos diferenciados para due diligence do cliente (CDD), due diligence aprimorada (EDD) e relatórios de atividades suspeitas (SARs). Outros estão vendo isso como um entrave significativo à eficiência? Como vocês estão navegando na crescente complexidade em torno do compartilhamento de dados, identificação de beneficiários efetivos e relatórios regulatórios ao lidar com clientes que abrangem ambas as jurisdições? Parece uma dor de cabeça crescente que precisa de uma abordagem pragmática.