KYC/AML para clientes institucionais menores na Europa pós-MiFID II
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Olá a todos,
Tenho pensado um pouco ultimamente sobre a evolução contínua dos requisitos de KYC/AML, especialmente para clientes institucionais menores dentro da UE. Pós-MiFID II, parece que as regras estão constantemente a mudar, e o que era suficiente há um ou dois anos pode ser considerado insuficiente agora. Não se trata apenas de cumprir requisitos; os reguladores estão claramente à procura de uma compreensão mais profunda da titularidade efetiva e da origem dos fundos.
A minha pergunta é, para aqueles de vocês que lidam com uma base de clientes diversificada em diferentes jurisdições europeias – particularmente fundos menores ou tesourarias corporativas que não têm a mesma infraestrutura extensa de um grande banco de investimento – quais são os maiores desafios práticos que enfrentam para se manterem em conformidade? Certos países são particularmente difíceis, ou existem bandeiras vermelhas comuns que estão a tornar-se mais prevalentes? Estou a tentar avaliar se os nossos processos internos estão alinhados com o que outros consideram as melhores práticas, ou se precisamos de apostar mais em novas soluções tecnológicas para monitorização contínua. Parece um equilíbrio constante entre a eficiência operacional e o escrutínio cada vez maior.