Atrito no Onboarding para Prop Firms de Mercados Emergentes – Pesadelos de KYC/AML?
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Tenho analisado algumas prop firms recentemente que lidam especificamente com instrumentos de mercados emergentes – pensando particularmente em alguns pares de moedas da América Latina ou África menos negociados, ou até mesmo ações locais específicas não encontradas tipicamente em plataformas mainstream. O desafio não é tanto a estratégia de negociação, mas o processo de onboarding. Alguém mais encontrou um atrito significativo com KYC/AML ao tentar se cadastrar com esses tipos de empresas, particularmente aquelas domiciliadas em jurisdições menos convencionais? A quantidade de documentação solicitada e os atrasos no acompanhamento têm sido um verdadeiro gargalo. Isso me faz pensar se o custo operacional para essas empresas menores cumprirem os padrões globais supera os benefícios de oferecer acesso a esses mercados, ou se estou apenas com azar com as empresas específicas que tenho revisado. Curioso para ouvir as experiências de outros em relação à configuração inicial e aos obstáculos de verificação.