Aumento do KYC em plataformas de ativos digitais na LATAM – mais alguém sentindo a pressão?
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Tenho me aprofundado em algumas das plataformas de ativos digitais mais estabelecidas que operam na América Latina recentemente, especificamente aquelas que fazem a ponte entre cripto e moeda fiduciária local. Os requisitos de KYC/AML parecem estar ficando... criativos. Não é mais apenas o RG e comprovante de residência padrão; alguns estão pedindo contas de serviços públicos de dois provedores diferentes ou extratos bancários de um ano para o que parece ser um volume relativamente pequeno. Entendo a pressão regulatória, especialmente com o FATF de olho em cada movimento, mas parece que as regras estão mudando mais rápido do que o peso argentino em relação ao dólar. Mais alguém notando esse aumento e, mais importante, como vocês estão conciliando isso com a experiência do cliente, principalmente para usuários menos experientes em tecnologia que só querem movimentar $USDT ou obter alguma moeda local para seus $BTC?