Fricção no Onboarding para Contas de Mercados Emergentes
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Mais alguém está achando cada vez mais difícil integrar clientes, principalmente instituições, em certas jurisdições de mercados emergentes? Temos encontrado uma fricção significativa ultimamente com os requisitos de KYB de relacionamentos de correspondência bancária que antes eram muito diretos. Parece que os critérios para comprovar a propriedade beneficiária final e a origem dos fundos estão constantemente mudando, criando atrasos e adicionando custos substanciais à aquisição de clientes em mercados como $MXN ou $ZAR.
Isso não é sobre regulamentações específicas, mas mais sobre a interpretação e implementação por várias instituições financeiras. A desconexão entre o que as regulamentações locais afirmam e o que o intermediário estrangeiro exige é um ponto de dor crescente. Interessado em saber se outros estão navegando desafios semelhantes e se alguma solução ou melhores práticas específicas surgiram para otimizar isso.