Mais alguém notando um escrutínio maior sobre a 'origem da riqueza' para contas corporativas?
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Tenho notado um aumento definitivo no detalhe solicitado para a origem da riqueza ao integrar novos clientes corporativos, particularmente para aqueles com estruturas de propriedade complexas ou uma gama diversificada de fluxos de receita. Não é mais apenas a identificação padrão do beneficiário final; parece que os departamentos de compliance estão investigando mais a fundo as origens reais do capital. Curioso para saber se outros no espaço fintech ou com clientes de alto patrimônio líquido estão experimentando pressões semelhantes do ponto de vista regulatório. Vocês estão atualizando suas políticas internas ou vendo um regulador específico impulsionando isso?