KYC/AML para exchanges descentralizadas (DEXs) – aplicação prática vs. teoria
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Tenho me aprofundado nas próximas regulamentações MiCA e na postura em evolução sobre criptoativos, particularmente em relação às obrigações de KYC/AML. É claro que as exchanges centralizadas (CEXs) estão muito dentro do escopo, e por boas razões. Minha pergunta é: como as empresas, especialmente aquelas que buscam construir ou integrar com DEXs, estão, na prática, conciliando o KYC/AML? O objetivo principal de uma DEX é muitas vezes o pseudonimato e a natureza não custodial. Estamos esperando algum tipo de camada de KYC no front-end antes da conexão da carteira, ou existem outros mecanismos de conformidade sendo explorados que mantêm o ethos descentralizado enquanto atendem aos requisitos regulatórios? Parece um obstáculo significativo.